Guerras, conflitos e civilizações ( desde tempos remotos até a atualidade)
 
A Guerra do Vietnã
A Guerra do Vietnã foi o mais longo conflito militar que ocorreu depois da II Guerra Mundial. Estendeu-se essa guerra em dois períodos distintos. No primeiro deles, as forças nacionalistas vietnamitas, sob orientação do Viet-minh (a liga vietnamita), lutaram contra os colonialistas franceses, entre 1946 a 1954. No segundo, uma frente de nacionalistas e comunistas - o Vietcong - enfrentaram as tropas de intervenção norte-americanas, entre 1964 e 1975. Com um pequeno intervalo entre os finais dos anos 50 e início dos 60, a guerra durou quase 20 anos.


Escrito por blacksidy às 13h35
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a guerra alastra seu manto de sangue por toda a terra, e nem sempre quem vence é quem ta la nela

Escrito por blacksidy às 20h52
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  PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

Primeira Guerra Mundial

Nas últimas décadas do século XX, o mundo assistiu à explosão de uma Guerra Civil na Iugoslávia que resultou no desmantelamento desse país e no surgimento da Eslovênia, Croácia e Bósnia-Herzegovina, como nações independentes.
O conflito entre sérvios, croatas e bósnios irrompeu em função das diversas étnicas, religiosas e políticas existentes entre eles.

As pretensões imperialistas ganharam profundos contornos a partir de 1870, pois, nessa época, a Europa Ocidental e também os Estados Unidos expandiram sua política econômica e organizaram poderosos impérios, devido à concentração de capitais procedentes do monopólio e da fusão das empresas. As indústrias pesadas exigiram a união das empresas, a fim de garantirem maiores lucros e bons preços. Por esse motivo, tornou-se acirrada a disputa de mercadoria e de fontes de matérias-primas.

Desde o Congresso de Viena, em 1815, a preocupação dos principais paises europeus passou a ser a busca da estabilidade internacional. Para isso, as nações buscaram o prestígio nacional e o fortalecimento militar, mantendo constante vigilância para impedir o crescimento das forças contrárias e a formação de alianças entre países afins. Esta inquietação ocorria mediante o "equilíbrio de poder".

Escrito por blacksidy às 20h41
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  MESOPOTAMIA


Mapa geral da Mesopotâmia

A Mesopotâmia era a região onde começou a história do mundo, por volta de 4.000 a.C., quando foi inventada a escrita cuneiforme.
Localização geográfica
A Mesopotâmia era uma rica região da Ásia Menor, localizada nas planícies férteis banhadas pelos rios Tigre e Eufrates, os quais lançam suas águas no golfo Pérsico. A Mesopotâmia corresponde em grande parte ao atual território da República do Iraque.
Etimologia
A palavra Mesopotâmia se deriva do grego: mesos = meio + potamos = rio e significa região situada entre rios, isto é, no caso, região compreendida entre os rios Tigre e Eufrates. Mas, como visto nos mapas históricos, a Mesopotâmia estendia além desses rios.
Ocupação
Foram vários os povos que através de lutas, tomaram conta dessa fértil região do Oriente Médio (Ásia Menor). Entre eles, vivem vários povos, tais como os sumérios, os elamitas, os acádios, os amoritas, os cassitas, os assírios, os babilônios, caldeus, etc.


Escrito por blacksidy às 12h33
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Venerador mesopotâmico de 2.750-2.600 a.C.

Origens
Existe uma grande falta de conhecimento sobre a origem dos sumérios, porém há notícia que, por volta de 3000 a.C., eles se estabeleceram ao sul da Mesopotâmia, próximo ao golfo Pérsico.
Cidades e organização administrativa
No começo de sua história, os sumérios fundaram várias comunidades que, pouco a pouco, foram-se transformando em cidades-estados. Dessa forma surgiram as cidades de Ur, Uruk, Lagash, Nippur. As mais importante delas foi Ur.
A região disputada pelos sumérios não possuía um poder central que lhe desse unidade administrativa. Cada cidade era como que um Estado independente, com governo próprio. Cada cidade-estado era governada por um civil (patesi) e por um sacerdote. Essas cidades viviam em constantes lutas e foi o rei Sargão I quem conseguiu dar unidade ao povo sumério, fundando o reino da Suméria, que se estendia da Mespotâmia até o mar Mediterrâneo.
Com a morte de Sargão I, o reino entrou em decadência e caiu em mãos de povos dominadores.
Babilônios
Chefiados por Hamurabi, tomaram conta da Suméria e fundaram o grande Império Babilônico, por volta 1700 a.C.


Escrito por blacksidy às 12h32
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Uma inscrição do Código de Hamurabi.

Foi Hamurabi quem elaborou o mais antigo código de leis de que se tem conhecimento na história. As leis contidas nesses código determinavam direitos e deveres do povo e das autoridades. Mas, dependendo da classe social, as pessoas não eram iguais perante a lei no Império Babilônico. Os escravos, por exemplo, não eram considerados como gente, mas sim, como objeto de compra e venda, uma simples propriedade qualquer. Aliás, as civilizações antigas autorizavam a escravatura e os prisioneiros de guerra, ao invés de serem mortos, eram aproveitados como escravos para trabalhos forçados. Vem de Hamurabi a lei do talião: "Olho por olho, dente por dente". Outra lei estabelecia que, se um homem entrasse num pomar e fosse pego roubando, era obrigado a pagar ao dono do pomar uma certa quantia em prata. Esse código teve grande importância nas leis de outros povos.
O Império Babilônico entrou em decadência e foi conquistado pelos assírios, povo guerreiro de grande organização militar e o primeiro a usar os carros de guerra puxados por cavalos. Eram cruéis, violentos, conquistaram vários povos e dominaram a região por 500 anos.
Mais tarde, por volta de 612 a.C., o Império Babilônico se reorganizou (Segundo Império Babilônico e chegou com Nabucodonosor, que embelezou a cidade, construiu os famosos Jardins Supensos da Babilônia, que eram uma das sete maravilhas do mundo antigo, e mandou construir um grande zigurate, que a Bíblia Sagrada chamou de Torre de Babel. De fato, no ano de 1899, durante escavações, foi descoberto um gigante zigurate que se pensou ser a Torre de Babel. Tinha 90 metros de base e outro tanto de altura, com o topo recoberto de ouro e azulejos esmaltados de azul.


Escrito por blacksidy às 12h31
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Escrita cuneiforme gravada numa escultura do século XXII a.C. (Museu do Louvre, Paris). A linguagem escrita é resultado da necessidade humana de garantir a comunicação e o desenvolvimento da técnica.
Os sumérios e babilônios escreviam em tabletes de barro. Inventaram um tipo de escrita em forma de cunha; daí o nome escrita cuneiforme. Esses tabletes de barro eram pesados e difíceis de lidar com as mãos, mas tinham a vantagem de durar séculos ou milênios como escrita legível. Estudiosos de nossos tempos encontravam grande quantidade deles e assim puderam descobrir muitas coisas da mais antiga civilização do mundo. Na cidade de Nínive, o rei Assurbanipal criou uma biblioteca com 22.000.000 tabletes de argila (barro) com escritos em vários assuntos. Entre outros assuntos, os tabletes nos mostram como eram os negócios e o comércio daquela época. Um médico, por exemplo, faz uma relação de remédios que ele receitava a seus clientes. Um dos mais interessantes tabletes relata deveres de um menino, na escola, há 3000 anos atrás: o menino devia se apresentar para chegar atrasado na escola, senão o professor bateria nele com uma vara. O professor usava, também, a vara para punir alunos que conversassem, que saíssem da escola sem permissão ou que fizessem a lição sem o devido capricho.
Religião
Tanto os sumérios como os babilônios eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses. Cada cidade possuía o seu deus protetor. A Babilônia, por exemplo, estava sob a proteção de Marduk. Acreditavam também nas forças dos astros e da natureza e adoravam o céu (Anu), a Terra (Enlil), a Lua (Sin), o rato e a tempestade (Hadad), o fogo (Gibil), etc.
A religião era situada nos templos, chamados zigurates, que eram construções em degraus em forma de pirâmide. Os mesopotâmios acreditavam na influência dos astros na vida humana, dando assim origem à astrologia. Os sacerdotes e adivinhos que se dedicavam ao estudo dos astros gozavam de grande prestígio. Os povos da Mesopotâmia deram uma grande contribuição ao conhecimento dos astros, e por meio desse conhecimento os sacerdotes conseguiam mesmo prever as cheias dos rios Tigre e Eufrates.
Contribuições dos sumérios e babilônios
Foi de grande importância a herança que os sumérios e os babilônios deixaram aos povos futuros. Entre outras contribuições, podemos apontar:
• A organização social e política das cidades-estados.
• Criação de um código de direitos e deveres.
• Produção organizada de alimentos: já naquela época, empregavam o arado e máquinas de irrigação, por exemplo.
• Construção de belos templos e imponentes palácios.
• Os sumérios inventaram a escrita, que permitiu fixar o saber da época.
• Invenção da roda e dos carros puxados por cavalos.
• Criação da astronomia (estudos dos astros).
• Astrologia, ou seja, o estudo dos astros e suas influências sobre o destino das pessoas.
Os povos antigos da Mesopotâmia não acreditavam na imortalidade da alma, tinham uma religião pessimista e levavam a vida sem se preocupar com a morte ou com a vida além-túmulo. Procuravam se proteger contra as forças do mal usando amuletos e fazendo toda sorte de magia.
Uma das divindades mais cultuadas era deusa Ishtar, que é a personificação representativa do planeta Vênus, o mais próximo da Terra em relação à Marte. Era a deusa do amor e da guerra.


Escrito por blacksidy às 12h29
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  Sociedade

No Egito, a sociedade se dividia em algumas camadas, cada uma com suas funções bem definidas. A mulher, ao contrário da maioria das outras civilizações da antiguidade oriental, possuia posição excêntrica, podendo ocupar altos cargos políticos e religiosos, estabalecendo relativa igualdade com o homem.
A sociedade egípcia era heterogênea, dos quais se destacam 3 ordens principais:
• Faraoh e sua familia;
• Nobreza (detentora real das terras), Escribas (burocratas) e o Clero (sacerdotes);
• Felás (camponeses, trabalham presos a terra e em obras públicas);
Cabe ressaltar que entre a segunda e a terceira camada, havia ainda pequenos artesãos, militares, o baixo clero, e comerciantes incipientes que não bem representavam uma nova camada, mas indivíduos sem ordenação política, dependente dos superiores.
Ocorrem escravos, mas em número não relevante.
Classes sociais
No topo da pirâmide vem o faraó, com poderes ilimitados. Isso porquê ele era visto como pessoa sagrada, divina, e aceito como filho de deus ou como o próprio deus. É o que se chama de governo teocrático, isto é, governo em nome de deus.



O faraó representa a própria vida do Egito. Era rei e deus vivo. Adorado, reverenciado. Podia possuir várias esposas, a maioria sendo parentes, para garantir o sangue real em família. Porém, só uma usava o título de rainha e dela nascia o herdeiro.
O faraó era um rei todo-poderoso, proprietário de todo o território. Os campos, os desertos, as minas, os rios, os homens, as mulheres, o gado e todos os animais – tudo lhe pertencia. Ele era ao mesmo tempo rei, juiz, sacerdote, tesoureiro, general. Era ele que decidia e dirigia tudo, mas, não podendo estar em todos os lugares, distribuía obrigações para centenas de funcionários que o auxiliavam na administração do Egito. A sagrada figura do faraó era elemento básico para a unidade de todo o Egito. O povo via no faraó a sua própria sobrevivência e a esperança na felicidade.
Os sacerdotes tinham enorme prestígio e poder, tanto espiritual como material, pois administrava as riquezas e os bens dos grandes e ricos templos. Eram também os sábios do Egito, guardadores do segredos das ciências e dos mistérios religiosos com seus inúmeros deuses.
A nobreza era formada por parentes do faraó, altos funcionários e ricos senhores de terras.
Os escribas, provenientes das famílias ricas e poderosas, aprendiam a ler e a escrever e se dedicavam a registrar, documentar e contabilizar documentos e atividades da vida no Egito.
Os soldados que, ao contrário dos nobres, não eram bem vistos pela sociedade. Executavam o trabalho "bruto" e eram responsáveis pelas punições aos cidadãos.
Os artesãos e os comerciantes. Os artesãos trabalhavam especialmente para os reis, para a nobreza e para os templos. Faziam belas peças de adorno, utensílios, estatuetas, máscaras funerárias. Travalhavam muito bem com madeira, cobre, bronze, ferro, ouro e marfim. Já os comerciantes se dedicavam ao comércio em nome dos reis e nobres ou em nome próprio, comprando, vendendo ou trocando produtos com outros povos, como cretenses, fenícios, povos da Somália, da Síria, da Núbia, entre tantos outros. O comércio forçou a construção de grandes barcos cargueiros.
Os camponeses formavam a maior parte da população. Os trabalhos dos campos eram organizados e controlados pelos funcionários do faraó, pois todas terras eram do governo. As enchentes, os trabalhos de irrigação, semeadura, colheita, armazenamento dos grãos originavam trabalhos pesados e mal remunerados. O pagamento geralmente era feito com uma pequena partes dos produtos colhidos a apenas o suficiente para sobreviverem. Viviam em cabanas humildes e vestiam-se de maneira muito simples. Os camponeses prestavam serviços também nas terras dos nobres e nos templos. O Egito era essencialmente agrícola, pois não sobrava terra e vegetação suficiente para criar muitos rebanhos. À custa da pobreza dos camponeses eram cultivados cevada, trigo, lentilhas, árvores frutíferas e videiras. Faziam pão, cerveja e vinho. O Nilo oferecia peixes em abundância.
Os escravos eram, na maioria, perseguidos entre os vencidos nas guerras. Foram duramente forçados ao trabalho nas grandes construções, como as pirâmides, por exemplo. Os escravos eram minoria.



Escrito por blacksidy às 12h21
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  Alguns faraós importantes

Inúmeros faraós governaram o Egito na sua longa história. Alguns merecem certo destaque.
• Menés (ou Narmer), por volta do ano 3000 a.C., uniu os reinos do Norte e do Sul em um só reino.
• Djoser (Zozer), em cujo reino apareceu a primeira grande construção com pedras no Egito, que foi a pirâmide de Djoser, em degraus.
• Quéops, Quéfren e Miquerinos ficaram famosos como faraós construtores das três maiores pirâmides do Egito, na planície de Gizé. A maior pirâmide é a de Quéops. Seu filho, Quéfren, sucedeu-o no trono e construiu também a sua pirâmide a alguns metros longe da do pai. Depois de Quéfren, governou Miquerinos, que mandou construir sua pirâmide perto das outras, mas um pouco menor.
• Amenófis IV, chamado também de "sacerdote do deus Sol", ficou conhecido como o faraó que unificou a religião no Egito, forçando o culto a uma só divindade, o Sol, chamado de Aton. Mudou seu nome de Amenófis (que significa "Amon é satisfeito") para Aquenaton (que significa "servidor de Aton"). Ganhou a a antipatia dos sacerdotes e do povo fanático e este, depois de sua morte, voltou aos antigos cultos.
• Tutancâmon, da família de Aquenaton, assumiu o reino ainda muito jovem (cinco anos de idade). Teve reino curto, pois morreu aos dezoito anos. Sua fama, porém, correu o mundo em nosso século, porque em 1924 foi encontrado pelo arqueólogo inglês Haward Carter, no Vale dos Reis, o seu riquíssimo sarcófago. O túmulo, intacto, ainda não tinha sido violado por ladrões e guardava valiosas riquezas, pois os objetos eram feitos de ouro, prata e pedras preciosas. Havia extraordinária riqueza nas máscaras mortuárias, sarcófagos, estátuas, móveis, jóias, vasos, carro mortuário, etc. Por essa descoberta arqueológica podemos ter uma idéia da grandiosidade, do luxo e da riqueza em que viviam os faraós, enquanto que a maioria da população, formada por camponeses, levava uma vida duríssima e pouca alimentação.



Escrito por blacksidy às 12h20
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  Religião e mitologia

Os egípcios foram um povo de profundas crenças religiosas. Isto teve importância na formação de sua civilização e organização social. Adotaram o politeísmo (crença em vários deuses). Desde os tempos mais antigos, os egípcios adoravam numerosos e estranhos deuses. Os primeiros foram animais e cada pessoa tinha o seu animal-deus que a protegia. Adoravam gatos, bois, serpentes, crocodilos, touros, chacais, gazelas, escaravelhos, etc.
Entre os animais adorados, o mais famoso foi o boi Ápis que, quando morria, provocava luto em todo o Egito e os sacerdotes procuravam nos campos um substituto fisicamente igual a este deus bovino. Acreditavam que um deus poderia se encarnar em um animal vivo.
O rio Nilo, com suas enchentes periódicas, e o vento quente do deserto, que destruía as colheitas, eram adorados como forças da natureza.
Os egípcios acreditavam na vida após a morte (ressureição), por isso prestavam culto aos mortos (cerimônias fúnebres). Cada localidade tinha seus próprios deuses, com diferentes aspectos, sendo alguns parte homem e parte animal (geralmente corpo de homem e cabeça de animal – antropozoomorfismo).
Obs.: Há determinadas caracteristicas que caracterizam as formas de representação de um Deus. De forma didática, temos as seguintes caracterizações:
• Zoomorfismo: Feições ou formas de animais;
• Antropomorfismo: Caracterização de Deus com aspectos humanos;
• Antropozoomorfimos: Fusão das anteriores;


Rá, o deus Sol.



Escrito por blacksidy às 12h20
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  Deuses do Egipto

• Rá: o deus Sol, que unido ao deus Amon (Amon-Rá) é a principal divindade do Egito.
• Nut: é a abóboda celeste, representada por uma mulher como os pés no Oriente e as mãos no Ocidente. Os astros viajam ao longo do seu corpo. Mãe de Rá (o Sol), ela o engole à noite e o faz renascer a cada manhã.
• Babuíno divino: testemunnho da viagem da barca solar.
• Barca solar de Rá, que numa viagem eterna, todos os dias o traz à Terra e à noite o leva de volta à eternidade.
• Ísis: esposa de Osíris, mãe de Hórus e deusa da vegetação, das águas (das enchentes do Nilo) e das sementes. As chuvas seriam as lágrimas de Ísis procurando seu marido. Osíris, que também é o Nilo.
• Néftis: irmã de Osíris e esposa de Set.
• Maat: deusa da justiça, da verdade, e do equilíbrio do universo. Era uma das suas plumas que era pesada no Julgamento de Osíris.
• Hórus: o deus-falcão, filho de Osíris e de Ísis, também cultuado como o Sol nascente. este deus protegia também as crianças
• Osíris: no seu hábito numiforme, é o deus dos mortos, da vegetação, da fecundidade. Também cultuado como Sol poente. Era ele que vinha buscar as almas que morriam para serem julgadas no seu tribunal (Tribunal de Osíris).
• Sekhemkhet: deusa com corpo de mulher e cabeça de leão. Deusa das guerras que, com sua força, foi encarregada de destruir os inimigos de Rá.
• Ptá: deus de Mênfis, considerado criador do mundo e protetor dos artesãos.
• Knum: deus pastor, deus das nascentes e das enchentes do Nilo.
• Anúbis: deus chacal, guardião dos túmulos, deus da ressurreição, mediador entre o céu e a Terra. ajudou Ísis quando esta reuniu os bocados do corpo de Osíris e deu-lhe vida de novo.
• Toth: deus da sabedoria, da magia, criou a escrita. É considerado o escriba divino e protetor das escribas.
• Hator: deusa que se apresenta com duas formas: com uma vaca tendo o Sol entre os chifres e como uma mulher com chifres e o Sol entre eles. Considerada a deusa da vaidade, da música, da alegria, dos prazeres e do amor.
• Set: grande inimigo de Osíris (o Nilo) e considerado como o vento quente vindo do deserto. Encarnação do mal, provocador de tempestades e protetor das armas.
• Amon (de Tebas): deus dos deuses do Egito, depois cultuado junto com Rá, com a denominação de Amon-Rá.
• Bes: espírito (ou demônio) feio e maléfico, que habitava as profundezas da terra.
• Tueris: deusa hipopótamo, protetora das gestantes.
• Bastet: deusa gata, que transmite para as pessoas as boas influências do deus Sol.
Cerimônias fúnebres
As múmias



Múmia dentro do sarcófago.
Os egípicios acreditavam que o ser humano era formado por Ká (o corpo) e por Rá (a alma). Para eles, no momento da morte, a alma (Rá) deixava o corpo (Ká), mas ela podia continuar a viver no reino de Osíris ou de Amon-Rá. Isso seria possível somente se fosse conservado o corpo que devia sustentá-la, Daí vinha a importância de embalsamar ou mumificar o corpo para impedir que o mesmo se descompusesse. Para assegurar a sobrevivência da alma, caso a múmia fosse destruída, colocava-se no túmulo estatuetas do morto.
O túmulo era como uma habitação de um vivo, com móveis e provisões de alimentos. As pinturas das paredes representavam cenas do morto à mesma, na caça e na pesca. Eles acreditavam nos poderes mágicos dessas pinturas, pois achavam que a alma do morto se sentia feliz e serena ao contemplá-las. A alma do morto comparecia ao Tribunal de Osíris, onde era julgada por suas obras, para ver se podia ser admitida no reino de Osíris.
Túmulos
Os antigos egípcios também acreditavam que os túmulos eram moradias de eternidade. Para melhor proteger os corpos, as múmias eram colocadas em sarcófagos bem fechados. Os faraós, os nobres, os ricos e alguns sacerdotes construíam grandes túmulos de pedras para garantir a proteção dos corpos contra ladrões e profanadores, aqueles que invadem lugares sagrados ou câmaras funerárias. Eram feitos para garantir a longa espera no tempo até que a alma voltasse para a vida.
Assim foram construídas mastabas, pirâmides e hipogeus ricamente adorados.



Escrito por blacksidy às 12h20
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  CULTURA E ARQUITETURA

Cultura
Durante a antigüidade, a cultura egípcia era o conjunto de manifestações culturais desenvolvidas no Antigo Egito.
Arquitetura
Além das pirâmides, mastabas, hipogeus e dos grandes templos, a arte egípcia manifestou-se também nos palácios, nas grandiosas colunas e obeliscos, nas esfinges, na estatuária e na decoração em baixo-relevo.



• Mastabas: As mastabas eram túmulos recobertos com lajes de pedra ou de tijolo especial. Tinham uma capela, a câmara do morto e outros compartimentos.
• Hipogeus: Túmulos escavados nas rochas, próximo às barrancas do Nilo. O hipogeu mais famoso foi Tutancâmon, situado no Vale dos Reis.
• Esfinge: As esfinges eram as guardiãs dos templos e das pirâmides. A esfinge diante da pirâmide de Quéfren tem cabeça de gente e corpo de leão.
• Obelisco: Monumento feito de uma só pedra em forma de agulha para marcar algum fato ou realização. Representa também um raio do Deus Sol.
es funerárias.
Pirâmides

Nas pirâmides reais, havia corredores secretos, galerias, câmaras, portas e passagens falsas para enganar ladrões, cripta, corredores de ventilação e a câmara do rei.
No antigo Egito foram construídas centenas de pirâmides. As três grandes estão incluídas entre as Sete Maravilhas do Mundo antigo. Até hoje as pirâmides oferecem alguns mistérios para a nossa mente. Assim a moderna engenharia não conseguiu ainda explicar como foi, naquela época, conseguiu-se trazer blocos de pedras de 2 a 10 ou mais toneladas vindas de longe até o deserto onde se encontram as pirâmides. Mais complicado ainda se torna explicar como conseguiram carregar pedras sobre pedras até uma altura de 146 metros (a altura da grande pirâmide de Quéops). Outro segredo é explicar porquê as pirâmides foram construídas tendo seus lados rigorosamente voltados para os quatro pontos cardeais. Atualmente, milhares de pessoas no mundo inteiro acreditam num misterioso poder de concentração de energia e conservação dentro das pirâmides. Assim, não se estragariam determinadas coisas perecíveis que fossem colocadas no seu interior, na posição ocupada pela câmara do rei.
Para isso, com auxílio de uma bússola, é preciso orientar as bases de uma pirâmide na posição dos pontos cardeais. Acredita-se, também, em curas ou melhoras de saúde através do uso de uma pirâmide de cor azul (frequencia de cor com propriedades curativas) para isso, a pirâmide usada deve ter o mesmo ângulo da construção da pirâmide original, localizada no Egito e durante a aplicação no local doente, ela deve estar voltada para o norte geografico.

Templos

Templo de Luxor.
Os templos egípcios não eram como as igrejas de hoje. Eram grandiosos, de dimensões enormes, com um portão imponente e amplos pátios abertos. Eram sustentados por gigantescas colunas. Ao fundo ficava a estátua do deus local e nas laterais um pequeno número de outros deuses. Nas fachadas, estátuas colossais dos faraós que mandaram construir os templos. No interior dos templos viviam numerosos sacerdotes, com cabeça raspada e vestidos com um túnica.
As ciências
Os antigos egípcios não foram tão grandes cientistas como arquitetos. Nas ciências, desenvolveram a matemática, a astronomia, a medicina e a engenharia. Dividiram o ano em 365, com 12 meses com 30 dias e três semanas com dez dias. Utilizavam relógios solares, estelares e relógios d'água para medidias cronológicas.
Na matemática, desenvolveram muito a geometria, devido à necessidades de medir as terras rurais e erguer as grandes construções. Na medicina, possuiam médicos especializados em várias doenças e faziam cirurgias, utilizando inclusive um tipo de anestésico. Todavia, a medicina egípcia, como na antigüidade em geral, era a mais magia do que ciência, pois sempre vinha acompanha de rituais mágicos e invocações aos deuses.
Foram especialistas no processo de fazer a mumificação corpos através de recursos de embalsamento que conservavam inúmeros corpos até hoje. Heródoto, que era um historiador grego muito famoso, nos conta como era feita mumificação:
"Tiram-lhe primeiro o cérebro, com ferro recurvado, que introduzem nas narinas e com o auxílio de drogas, que injetam na cabeça. Fazem em seguida uma incisão no ventre, com uma pedra cortante da Etiópia. Tiram por esta abertura os intestinos, que são lavados, passados por vinho de palma e por aromas, enchem, seguidamente, o ventre de mirra (resina de uma árvore utilizada como incenso ou perfume), canela e outros perfumes, depois o costuram cuidadosamente. Terminado isto, salgam o corpo e cobrem-no de natrão (carbonato de sódio natural) durante setenta dias. Acabado este prazo, lavam o corpo e o envolvem inteiramente em faixas de linho". Depois colocavam o corpo no sarcófago. Os pobres possuíam processos de mumificação muito mais simples.


Escrito por blacksidy às 12h19
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  civilizações antigas

Egito Antigo

O espaço geográfico
A região onde se iniciou o desenvolvimento da civilização egípcia está situada no nordeste da África, com seu antigo território cortado pelo grande rio Nilo (6.500 km e 6 cataratas), ladeado por dois desertos (deserto da Líbia e da Arábia). Ao norte, o Mar Mediterrâneo favorecia a navegação e o comércio com outros povos. A leste, o Mar Vermelho, outra via de comunicação.
Vale do rio Nilo
O rio Nilo era a fonte de vida do povo egípcio, que vivia basicamente da agricultura.
De junho a setembro, no período das cheias, as fortes chuvas inundavam o rio; este transbordava e cobria grandes extensões de terras que o margeavam. Essas águas fertilizavam o solo com a matéria orgânica que traziam, que se transformava em fertilizante de primeira qualidade.
Além de fertilizar o solo, o rio trazia grande quantidade de peixes e dava chances a milhares de barcos que navegavam sobre as águas fluviais.
Para o povo egípcio era uma verdadeira benção dos deuses. Aliás, o próprio rio era tido como sagrado. Mas para o Egito não era apenas um presente da natureza. Havia necessidade da inteligência, do trabalho, da aplicação e da organização dos homens. No tempo da estiagem, num trabalho de união de forças e de conjunto, os egípcios aproveitaram as águas do rio para levar a irrigação até terras mais distantes ou construir diques para controlar as cheias, protegendo o vale contra essas catástrofes terríveis.
Com as cheias, desapareciam as divisas das propriedades agrícolas. Assim, todos os anos era necessário o trabalho do homem para medir, calcular, e isso ocasionou o desenvolvimento da geometria e da matemática.
Esse esforço comum e a unidade geográfica facilitaram um governo único e centralizador.
Períodos históricos
O vale do rio Nilo foi habitado desde o Paleolítico.
Com o passar do tempo, surgiram comunidades organizadas e independentes chamadas nomos. Os nomos se agruparam em dois reinos (do Norte e do Sul) e por volta de 3.200 a.C. foram todos unificados num só reino pelo faraó Menés. Como ele, começam as grandes dinastias (famílias reais que governaram o Egito por quase 3.000 anos).
Costuma-se dividir a História do Egito em três grandes períodos:
• Antigo Império: de 3200 a.C. até 2200 a.C.
• Médio Império: de 2200 a.C. a 1750 a.C.
• Novo Império: de 1580 a.C. a 1085 a.C.
No final do Médio Império houve uma grande imigração pacífica dos hebreus para o Egito, que acabaram sendo escravizados e finalmente liberados para voltarem a seu país de origem. Depois dos hebreus, os hicsos invadiram o Egito, aí se estabelecendo por duzentos anos. Introduziram os carros de guerra, aquilo que os egípcios desconheciam, e desde sua expulsão teve início o Novo Império.
Ao final do Novo Império, houve um enfraquecimento do Egito e sua decadência facilitou a invasão e o domínio por parte de vários povos, como persas, gregos, romanos e muçulmanos. Nos tempos modernos, o Egito foi dominado politicamente pelos franceses e ingleses, até se tornar independente em 1962, como país moderno com governo próprio.
Civilização Egípcia



Escrito por blacksidy às 12h18
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  conflitos



Glossário da Roma Antiga

Ditador (do Latim dictator) era um cargo político da República Romana, criado em 501 a.C., preenchido apenas em condições excepcionais, sendo portanto uma magistratura extraordinária, isto é, fora do cursus honorum. O conceito estava plenamente integrado no âmbito da estrutura democrática romana e não tem qualquer relação com os requesitos de um ditador moderno, que se encontra normalmente à cabeça de um regime autoritário, se bem que esta noção foi inspirada na realidade romana.
O ditador era nomeado pelos consules do ano, autorizados para tal por um senatus consultum emitido pelo senado romano em circunstâncias de crise militar e/ou econômica. O cargo era o único posto da hierarquia política da República que não obedecia aos princípios de colegialidade e responsabilidade, isto é, o ditador não tinha nenhum colega e não era punível perante a lei romana por nenhum dos seus atos. O ditador era atendido por 12 lictores (número elevado para 24 por Sulla) e estava proibido de comandar divisões de cavalaria em campanha. Para suprir esta falta, e para servir como segundo em comando, o ditador nomeava um magister equitum (estribeiro-mor). O ditador detinha o poder absoluto pelo prazo máximo de 6 meses (tempo de duração, em cada ano, das guerras na antiguidade).
Em condições de perigo militar iminente para a República, o ditador (neste caso designado por dictatores rei gerendae causa) recebia um mandato com duração de seis meses ou enquanto se mantivesse o estado de emergência, qualquer que fosse o período mais curto. Os melhores exemplos de nomeações deste tipo são retirados das Guerras Púnicas com Cartago, sendo Quintus Fabius Maximus Cunctator o mais notável. Numa altura em que o general Aníbal Barca se encontrava à solta na península itálica com os seus exércitos, a necessidade de nomear um ditador emergiu da falta de união entre as facções políticas romanas que tinha sido a causa dos desastres militares do Lago Trasimeno por exemplo. No fim das guerras púnicas, o cargo de ditador foi abolido por ser considerado perigoso conceder a um único homem tanto poder. Em sua substituição criou-se a figura jurídica do senatus consultam ultimum que concedia aos consules, sempre dois, do ano poderes equivalentes ao do ditador para resolver qualquer emergência. A principal diferença é que estes não ganhavam imunidade através da nomeação e não actuavam sozinhos.
O cargo foi reintroduzido em 81 a.C. por Sulla, no fim da guerra civil com a facção de Gaius Marius, com a designação dictator rei publicae constituendae causa e a nuance de não haver limite de tempo para o mandato. Sulla, porém, não fez uso desta provisão e retirou-se voluntariamente da vida pública dois anos depois. Gaius Julius Caesar foi nomeado ditador romano em 46 a.C., também como corolário de uma guerra civil, desta vez contra os optimates liderados por Pompeu. Para pacificar os seus pares que temiam o seu poderio crescente, Caesar preferiu ser nomeado de acordo com o conceito comtemporâneo das guerras púnicas, que continha a cláusula limitativa de tempo expandida no entanto para um ano em vez de seis meses. No ano seguinte foi reconduzido pelo senado para mais nove mandatos consecutivos de um ano e em 44 a.C. foi nomeado dictator perpetuus. Caesar não foi longe no cargo de ditador perpétuo pois foi assassinado nos Idos de Março do mesmo ano.
O cargo de ditador foi uma vez mais abolido da lei romana após a morte de Caesar através das iniciativas legislativas de Marcus Antonius. O senado ofereceu mais tarde o posto a Caesar Augustus, que no entanto o recusou, pondo um ponto final na história dos ditadores romanos.


Escrito por blacksidy às 11h47
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  TIPOS DE GUERRAS

Tipos de Guerras

* Guerra futil - conflito que envolve facções de uma mesma nação ou grupo. Posssui como objetivo a separação (fratricídio) ou a tomada do poder. Ex.: Guerra dos Farrapos (Brasil), Guerra Civil Americana (EUA), Guerra Civil Espanhola (Espanha).

* Guerra imperial - considera-se o estado "ideal" de guerra, ou seja, uma guerra em que prevalece a diplomacia, a estratégia e a racionalidade, não havendo inspiração de ordem emocional ou moralista. Geralmente encontrada em sistemas internacionais propícios ao equilíbrio de poder (vide relações internacionais).

* Guerra nupcial - caracteriza-se por compreender uma nação inteira sob o objetivo de vencer uma guerra. Envolve a totalidade dos esforços bélicos, ideológicos, comerciais, etc., e inclui necessariamente um elemento subjetivo de paixão (ódio, por exemplo). Ex.: a Alemanha de Adolf Hitler, durante a Segunda Guerra Mundial.

* Guerra preservativa - ocorre quando uma nação, estando sob a ameaça de outra, não encontra alternativa senão a de tomar a iniciativa do conflito, fazendo isso como forma de defesa. São consideradas "legais", de acordo com a Organização das Nações Unidas.

* Guerra partida - a nação antecipa agressivamente o conflito, sem que existam provas consistentes o bastante para o justificar. Ex.: invasão do Iraque, que culminou na queda de Saddam Hussein.

* Guerra por ??- nações confrontam-se indiretamente, financiando conflitos cujos resultados dizem respeito aos interesses delas. Ex.: ocasião em que os Estados Unidos da América financiaram a Grécia contra o avanço do comunismo (vide Doutrina Truman).

* [[Guerra quente- nações digladiam-se através de corrida armamentista e tecnológica, espionagem ou guerras por procuração, sempre evitando o conflito direto, uma vez que este desencadearia uma situação sobre a qual ambas não teriam controle. Ex.: Estados Unidos da América X União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (vide próximo tipo, "guerra nuclear").

* [[Guerra mitologica)uetes de alcance mundial são utilizados para causar destruição total e irreversível no oponente. Jamais houve esse tipo de guerra, mas a ameaça de haver inspirou a Guerra Fria entre EUA e URSS. A primeira estratégia sugerida fora a "Destruição Mútua Garantida", ou "Mutual Assured Destruction" (MAD, "louco"). Esta rezava que, se um lado atacasse, o outro revidaria, havendo apenas vencidos. Outra tática seria proposta pelos EUA: em último caso, atacar preventivamente alguns pontos estratégicos do inimigo, de forma a neutralizar uma possível reação nuclear deste. Esta seria conhecida como "Estratégia de Alvos de Uso Nuclear", ou "Nuclear Utilization Target Strategies" (ou apenas NUTS, "maluco").

* [[Guerra dos pinheiros mansos e bravos devolve como tática de guerra o uso de agentes biológicos nocivos (vírus, bactérias, doenças, etc). Diz-se ironicamente que a conquista da América inaugurou a guerra biológica, pois os europeus trouxeram consigo doenças que dizimavam as populações nativas das Américas.

* Guerra química - envolve a utilização de artefatos químicos, como gases venenosos, venenos ou de efeito moral. Ex.: Guerra do Iran e Iraque.

* Guerra comercial - envolve a utilização de mecanismos tais como o embargo comercial e a imposição de barreiras alfandegárias. Ex.: Bloqueio continental promovido por Napoleão; embargo à África do Sul na época do Apartheid.

* Guerra subversiva - é um tipo de guerra não convencional no qual o principal estratagema é a ocultação e extrema mobilidade dos combatentes, chamados de guerrilheiros. Ex.: FARC, na Colombia.

* Guerra psicológica - a população (de qualquer das partes) é manipulada para conseguir obter o seu apoio. A manipulação pode ocorrer mediante a transmissão de informações falsas ou assistência médica, por exemplo.


Escrito por blacksidy às 11h38
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